segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Foto livro x Quotes - Mulheres que não sabem chorar

E para iniciar o mês de Outubro...
#FotoLivrosxQuotes
O livro escolhido é "Mulheres que não sabem chorar",  da Lilian Farias.
Um livro repleto de amores e descobertas, onde o leitor "vê-se despido dos preconceitos, pudores e medos"

"Eu a amava, só não sabia o que fazer com o amor."
 "Nossos defeitos podem ser o que nos protege do mundo, não precisamos nos libertar deles, precisamos aprender a conviver com eles sem nos ferir, exatamente como os espinhos das rosas."
 "Sim, eu fugia. Não de você. De mim. Fugi de mim todas as vezes que alguém tentou me mostrar o que verdadeiramente era."
"Ela se doaria e viveria com intensidade cada segundo. Perdoou e facilitou suas relações externas. Seu corpo respirava com suavidade e amor."
 "Nada nem ninguém é capaz de calar a alma feminina; a essência feminina é natureza da própria terra."
Poesia do Lamento
Eu já não lamento
eu entro
de dentro
no fundo
não caibo
então
eu já não lamento
entendo
ao vento
sem rumo
sem caibo
Lilian Farias

Espero que tenham gostado dos quotes escolhidos. As fotos foram tiradas no Parque Solon de Lucena - João Pessoa - PB. A resenha do livro Mulheres que não sabem chorar, está disponível no link que deixarei (aqui).
Beijinhos!
Mercia Machado

domingo, 30 de setembro de 2018

Setembro Policial - Peças Fragilizadas

Peças Fragilizadas

Um enigma para o detetive Alyrio Cobra

Autora: Vera Carvalho Assumpção
Ano: 2016
Editora: Laços
Páginas: 234

Sinopse: 
O detetive paulista Alyrio Cobra é contratado por Joca, assassino e sequestrador envolvido com a máfia dos transportes na cidade de São Paulo, um arquivo vivo que precisa ser apagado. Alyrio inicia a busca de um misterioso dossiê que, segundo Joca, poderá lhe salvar a vida.


Recebi o livro da autora, Vera Carvalho no ano passado, logo após a realização do #SetembroPolicial 2017, então resolvi deixar a leitura para a edição do projeto deste ano.

Na trama de Peças Fragilizadas, o detetive Alyrio Cobra, é contratado por Joca, o assassino - Assassino de aluguel e chefe do tráfico de drogas -.

Joca estava preso e tem a saída facilitada do presídio, para assassinar alguém que estava causando problemas para a máfia dos transportes da cidade de São Paulo. Porém, aos poucos, todos os envolvidos - direta ou indiretamente – nesse esquema, começam a morrer de forma extremamente suspeita, e ele não queria ser o próximo.

O detetive tinha uma missão, encontrar um misterioso dossiê, que permitiria ao Joca, ter um “trunfo na manga”, para através de chantagem, manter-se vivo.

Personagens secundários vão surgindo, segredos revelados... “As peças envolvidas vão se fragilizando”, e o detetive se vê cada vez mais imerso e empolgado nessa carga de adrenalina, sem medir as consequências que poderiam abalar profundamente a sua vida pessoal.

Esquemas de corrupção envolvendo políticos, propinas, envolvimentos de grandes empresários, narcotráfico... Infelizmente tudo isso é “muito a cara”, da atual conjuntura do nosso país, e quanto mais mexe, mais podre fica.

“Todo o mundo vive descontente, deprimido... O drogado era o único na sociedade que sabia exatamente o que queria. O traficante estava sempre por perto para realizar o seu desejo.”
A trama foi bem construída, o protagonista - detetive Alyrio Cobra -, possui um estereótipo bem brasileiro e está presente também em outras estórias da autora – que ainda não tive a oportunidade de ler -. 
Quanto à diagramação, as páginas são amareladas e as fontes de bom tamanho, facilitando a leitura. Encontrei alguns erros ortográficos, mas nada que atrapalhe a leitura. 

Segundo prefaciado por Nic Nilson...
... Para Alyrio, o detetive, não é apenas um caso, mas o caso no qual ele não estará com sua lupa a olhar de fora, ele é uma peça nessa engrenagem bandida. Sua missão é municiar o assassino com informações para que também se mantenha vivo! Nunca ninguém precisou tanto de um assassino para manter a própria pele!


Mercia Machado