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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Resenha de "Poemas que Desisti de Rasgar"

Olá leitores amantes dos livros, como estão os preparativos para o feriado de carnaval?


Bom... Eu particularmente aproveitarei o meu para mergulhar nas leituras, então passei por aqui para mostrar para vocês, mais um pouco desse pequeno livro, porém com um imenso conteúdo, uma dica de leitura "leve" e perfeita para quem aprecia poemas, e para os que ainda não tiveram essa experiência de leitura, esse é um livro ótimo para começar.


Poemas que Desisti de Rasgar

Frase extraída da dedicatória que recebi no livro... Ps. Amei!
Livro: Poemas que Desisti de Rasgar
Autor: David Cohen
Editora: 5W
Ano: 2014
Páginas: 105




Em "Poemas que desisti de rasgar", a ideia do poeta David Cohen é criar um paralelismo entre a frase de Guimarães Rosa 'Viver é um rasgar-se e remendar-se' e o próprio fazer poético. De acordo com o autor, é inerente ao trabalho do escritor a primeira avaliação de sua obra, selecionando o que deve ser guardado e o que merece ser descartado. À semelhança da vida, o escritor, durante o processo criativo, se reinventa a cada palavra, rasgando e remendando seus textos, que posteriormente serão 'rasgados e remendados' pelos olhos dos leitores. Por este motivo, Poemas que desisti de rasgar é um convite e uma provocação - o leitor dará a palavra final sobre o que deve permanecer.

Eu particularmente amo poesia, e ler o livro do David foi uma experiência maravilhosa, desde já gostaria de agradecê-lo por ter "desistido de rasgar" este precioso trabalho.

Escrever poesia/poema é uma arte, onde quem o escreve, expressa verdadeiros sentimentos, envolvendo emoção, estado de espírito, ou até mesmo a sua alma.

E é isto que encontramos nos versos escritos pelo David... um misto de sentimentos... belezas... lembranças... infância... medos... sensações...

O livro está dividido em duas partes: "Desamassados" e "Salvos pelo Tempo" e o David nos deixa uma nota no inicio do livro, que nos incita a ler cada poema, apreciá-lo e se for de nossa vontade... reescrevê-lo, rabiscá-lo ou até mesmo reinventá-los. 

E acaba sendo impossível não mergulhar profundamente na leitura, eu o li tão rápido que em poucos minutos já estava no fim... Então voltei e reli com mais calma, apreciando e me envolvendo em cada um dos 48 poemas.

"Sempre que muda a estação
confesso que minhas cicatrizes 
me fazem confidências. (...)" 
(O Corpo Fala)
Fonte: Google


"(...)Não existiriam borboletas
se os casulos tivessem janela
viver é para quem tem fome."
(Fome)
Fonte: Google

"Quando um raio de riso
atravessou-lhe as lágrimas
em seu rosto se fez arco-íris."
(Meteorologia)
Fonte: Google

Entre os poemas, encontramos homenagens à Carlos Drummond de Andrade e Manoel de Barros, autores renomados que marcaram a literatura poética.

A forma de escrita do David não é composta de poemas que nos mostram apenas "belas palavras", mas sim um jogo de idéias e metáforas, que estimulam o leitor ao raciocínio, para poder "decodificar" a respectiva mensagem, que está imergida no íntimo das palavras.

Espero que vocês leiam e se encantem tanto quanto eu ;)

Obrigada pela oportunidade de leitura David Cohen, Espero ler em breve muitos outros escritos seus.
Fonte: Google
Mércia Machado

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Parceria - David Cohen e o livro "Poemas que esqueci de rasgar"

Olá meus queridos leitores amantes dos livros, desejo uma ótima semana à todos!

E para iniciar bem a semana, gostaria de apresentar para vocês, mais um parceiro do blog!


DAVID COHEN é poeta e advogado. Alguns de seus poemas já foram publicados em antologias literárias, como 10 vezes Literatura (Litteris Editora, 1999) e Poemas Cariocas 2012 (Ibis Libris, 2012). Em 2013, publicou seu primeiro livro de poemas, Olho Nu, pela editora Verve. A partir daquele mesmo ano passou a coordenar o sarau Da boca para fora, na Casa da Leitura, dentro do Proler (Programa Nacional de Incentivo à Leitura). Poemas que desisti de rasgar é o seu segundo livro.

Poemas que desisti de rasgar - "Em breve Resenha"


Em Poemas que desisti de rasgar, a ideia do poeta David Cohen é criar um paralelismo entre a frase de Guimarães Rosa “Viver é um rasgar-se e remendar-se” e o próprio fazer poético. De acordo com o autor, é inerente ao trabalho do escritor a primeira avaliação de sua obra, selecionando o que deve ser guardado e o que merece ser descartado. À semelhança da vida, o escritor, durante o processo criativo, se reinventa a cada palavra, rasgando e remendando seus textos, que posteriormente serão “rasgados e remendados” pelos olhos dos leitores. Por este motivo, Poemas que desisti de rasgar é um convite e uma provocação: o leitor dará a palavra final sobre o que deve permanecer.

O Autor também tem uma parceria com a Grif "Poeme-se", que desenvolveu uma estampa exclusiva para o poema "Meteorologia", que faz parte do livro "Poemas que desisti de rasgar"


''Quando um raio de riso atravessou-lhe as lágrimas em seu rosto se fez arco-íris.''

Para adquirir a camiseta 100% algodão e 100% poesia... é só entrar Aqui!

Para conhecer um pouco mais do David Cohen, é só dá uma olhada nas suas redes sociais ;)
Para adicionar o livro na sua estante do Skoob... Aqui!

Obrigada pela parceria David, seja bem vindo ao Amante dos Livros!

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Despertar e Outros Poemas - Resenha

Boa Noite Amante dos Livros!


Vamos de RESENHA! ;)


"Despertar e Outros Poemas" 
Do nosso parceiro, Diego Demetrius Fontenele.

Sentimento

...Não se pode negar
Que ele nos faz chorar
Mas torna muito maior
Nossa simples vida.

Já Fazem alguns dias que recebi do parceiro do Blog, Diego Demetrius, esse livro riquíssimo em poemas.
Tenho que admitir... Esse tipo de leitura é a minha paixão S2

Escrever é um dom... Mas ser poeta, é ainda mais... é falar com o coração.

Quando iniciei a leitura
Foi difícil conseguir parar
Esse livro para mim...
Foi realmente um "Despertar".
Minhas mãos e meus versos
Estavam brigados...
A algum tempo sem se comunicar.
O porque? 
Não é tão dificil explicar...
Minha mente estava focada em algo,
Que eu necessitava muito conquistar.

Caro poeta Diego
Na segunda página do teu livro
Eu me reencontrei
Terminei de ler o poema sorrindo...
Não sou mais tão "jovem"
Porém "Aprendiz"... Eu sempre serei.

Palavras para um jovem aprendiz

Você nem sempre verá pelo caminho beleza
Mas nem por isso desista da jornada
Pois posso te afirmar com toda a certeza
Que chegarás ao fim da estrada.
Gente!!!
Vocês precisam ler esse livro!

Existem muitos leitores que nunca degustaram esse gênero literário, sem ser para fins escolares.
Talvez seja por isso, que muitos não apreciam um bom poema ou uma linda poesia.
Mas com certeza esse é o gênero literário que mais consegue expressar a linguagem especial de dar vida ao sentimento para quem está lendo a mensagem. Seja esse sentimento amor... Duvida... felicidade... tristeza... solidão... ilusão... emoção...

E tudo isso e muito mais, eu encontrei nesse livro!
Parabéns Diego Demetrius Fontenele, que você seja sempre esse eterno aprendiz...

Afinal, sou apenas mais um aprendizExpressando meus sentimentos em versosVivendo e sendo plenamente feliz.
Sucesso para ti... e obrigada por dividir conosco essa obra, rica em sentimentos e emoções.

Para Finalizar... Só tenho mais algo a dizer!
Amei e super recomendo!
E para os amantes dos livros
Mais um pequeno trecho deixarei
Ele se encontra no poema "Limite"
Foi na página 97 que encontrei.

Limite

Por fim percebi
Que limite é só a porta
Do desconhecido
Esperando ser desbravado
Seja você também destemido
E não se contente com seu limite.

Espero que tenham ficado com gostinho de quero +

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Bom dia Amantes dos Livros :)

Como prometido aí vai nossa Entrevista Especial Com o Nosso parceiro... O Autor  Nacional ... Diego Demetrius Fontenele...

Um pouco de Diego Demetrius Fontenele para os Amantes dos Livros 


1.       Conte-nos um pouco sobre a sua vida, onde nasceu, e se tem outras profissões.

Agradeço a oportunidade de participar desta entrevista. Nasci e morei até os nove anos em Brasília, DF.  Com 10 anos mudei para o Rio Grande do Sul e lá comecei a escrever meus primeiros versos. Residi ainda em Minas Gerais antes de voltar para o DF. Além de escrever, gosto também de me dedicar à leitura, a jardinagem. Na parte profissional sou um arquivista formado pela Universidade de Brasília e atuo na área de organização de acervos.  

2.       Defina o que é ser poeta para você, e como você se descobriu um.

Pergunta difícil. De acordo com um dicionário que vi recentemente poeta é aquele que escreve versos, autor cuja obra é impregnada de poesia.  Considero que ser poeta é estar numa busca constante pela forma perfeita de manifestar a beleza, manifestar os sentimentos, de manifestar a vida. Tinha muitas dúvidas se conseguiria ser considerado um poeta. Só me dei conta que havia me tornado um quando peguei um exemplar do meu primeiro livro em mãos. Curiosamente tanto o dia do arquivista como o dia do poeta são comemorados no mesmo dia.  

3.       O que você acha sobre o espaço da Literatura Nacional em nosso país?

Atualmente tenho visto diversas iniciativas na área para difundir o que o País tem produzido de melhor. O interesse pela literatura tem aumentado a cada ano e o surgimento de diversos blogs literários reforça que estamos no caminho certo, tanto no quesito divulgação como na avaliação de boas obras.  Acredito que ainda existe um longo caminho para que a Literatura Nacional seja amplamente valorizada e apreciada, mas o espaço que já foi conquistado está cada vez mais consolidado e temos tudo para crescer ainda mais.

4.       Você tem um local, e um momento preferido para escrever, ou não faz diferença?

Não tenho um local ou momento que seja o preferido. Até procurei reservar um momento e local para tal, mas acabou tendo o efeito contrario ao que esperei.  Foi um pouco castrador de ideias. Tentava escrever um pouco todo dia, nem que fossem dois ou três versos, mas meus momentos de inspiração geralmente são inesperados. Acontecem durante provas de concurso, esperando pra ser atendido num hospital, em filas de banco, dentro de supermercados. E posso passar meses sem escrever um verso, como posso produzir vários poemas num único dia. O que costumo fazer é anotar uma ideia e ir desenvolvendo-a aos poucos depois.

5.       Quantos livros já escreveu e quantos já publicou? Fale-nos um pouco sobre ele.

Publicado apenas um, e com algumas participações em antologias.  Mas já tenho pronto outros quatro, todos de poesia. Tenho também um esboço para um de contos, mas nunca fico satisfeito com o que escrevo.  Sobre o livro já publicado posso dizer que reúne poemas escritos entre 2006 e 2013 (com duas exceções de 2001 e 2002). Procurei reunir os poemas de forma que funcionassem tanto no todo como individualmente. A maioria dos poemas presentes em Despertar e outros poemas trata sobre amor, mas a espaço para falar sobre amizade, solidão, determinação e superação de limites.

6.       De todos autores que já leu, tem algum que te marcou? Tens o seu preferido?

Minha favorita é sem dúvida Agatha Christie.  Ela sabia como retratar as pessoas em seus livros e abordar temas relevantes. Ao ler um livro dela me senti tão inspirado que voltei a escrever poemas depois de alguns anos sem produzir nada. Ela foi uma fonte de inspiração pra mim.


Diego Demetrius Fontenele...
·        
  • Uma palavra: Amor
  • Um livro: “Amor” da Isabel Allende.
  • Uma música: The Greastest Love of All, na voz de George Benson.
  • Uma frase: “Põe tudo quanto és no mínimo que  fazes.” Fernando Pessoa.
  • Um sonho: Viajar pelo mundo.
  • Uma pessoa: Minha Mãe.
  • Um lugar: Onde possa encontrar paz e tranquilidade.
Obrigada Diego Fontenele, pela confiança e disponibilidade... Sucesso Para você... Sucesso em nossa Parceria! ;)
Mércia Machado

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Nova Parceria! 
Obrigada pela confiança Diego Demetrius Fontenele
Em breve saberemos um pouco mais sobre esse Poeta da Literatura Nacional
Aguardem... uma ótima entrevista e Resenha do Livro Despertar e Outros Poemas!

Enquanto isso... dá uma passadinha nesses links e saiba um pouco mais sobre o autor ;)